Das mortes do outono: O manifesto dos infiéis.

Séculos sendo comprados, vendidos, usados. Relações momentaneas, retrógradas. NÃO MAIS!
Companheiros, há chegado a hora de combater o grande e assombroso inimigo a nossa frente, ao qual já não se consegue mais ingorar a existência.

Fomos provocados a esta guerra, forçados ao conflito sangrento e inútil pelo destino de nossos destinos. Convivemos com o bombardeio de todos os cantos, de todas as direções,de todos os sentidos, ideologías de pensamentos e pensamentos ideológicos. Seguiamos firme em direção à nossos caminhos marcados, quando perto da segunda estrela a direita, seguindo reto até o amanhecer, fomos alienados e encarcerados em nossas proprias formas de seguir. Traídos pelo Sultão do deserto, enganados pelo Leão e pelo semi-deus, enquanto os monstros riam de nós. NÃO MAIS!

Irmãos, não nós demos por vencido, nossos falsos pragmatismos não nós levam a nada! Nossos dogmatimos nos corrompem e, agora, nossos sentidos são traidores de sua pátria, de seus amigos, a quem tanto confiaram, e, acima de tudo, de si mesmos. E não se atenham somente aos resultados, o clímax ainda está por vir. Tomado de total maestria, eles te corrompem até fazer seguir seus passos. Suas ideologias te tomam a consciência e turvam suas concepções e, quando já se está embriagado, te manipulam numa tentativa tola de conceder ao homem o pior dos remédios, a esperança… e quando já não se sustenta em pé pela gravidade, lhe faz emplorar pela morte, enquanto sadicamente te arrasta para o mais fundo do limbo que se pode sentir quando a vida ainda lhe é uma maldição a ser vivida. Suas poesias são como veneno para ratos imundos, que quando lhe tocam a lingua te tiram da morte e arrastam ao céu.. e ainda tem a incrédula coragem de dizer que uma das mestras legitima tal ação. E, por final, quando o estase começa dar sinais de ser perpétuo, uma noite nova, recente de tão antiga, enfia todos os seus erros cometidos ao longo de nossas ínfimas existências dentro de suas próprias feridas, para que possam se consolidar, de certa maneira, para sempre.

Amigos, numa noite dessas veio a mim a verdade, fodeu… deu merda, uma merda muito grande (ou não). Mas, não merda a qual não há de se resolver.

 Infiéis do mundo, uni-vos!

-Cavaleiro do Pão.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s