Das mortes do outono: Vírgulas.

Bem, meu bem
Não morra em meus braços, porque
o bem do teu bem, não merece o meu,
meu bem.

Bem, meu bem, só cuidado para não acabar,
porque o cansaço do seu bem,
sempre falha em tardar,
meu bem.

Mas amar o amor, sempre em despedida,
faz-se lembrar…

Nada, nenhum pedaço é teu.

Então, para lá,
se para
para sempre.

Então, para lá
faz teu bem, meu bem,
acabar.

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